Irmãos, 12se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como podem alguns dizer entre vós que não há ressurreição dos mortos? 13Se não há ressurreição dos mortos, então Cristo não ressuscitou. 14E se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é vã e a vossa fé é vã também. 15Nesse caso, nós seríamos testemunhas mentirosas de Deus, porque teríamos atestado - contra Deus - que ele ressuscitou Cristo, quando, de fato, ele não o teria ressuscitado - se é verdade que os mortos não ressuscitam. 16Pois, se os mortos não ressuscitam, então Cristo também não ressuscitou. 17E se Cristo não ressuscitou, a vossa fé não tem nenhum valor e ainda estais nos vossos pecados. 18Então, também os que morreram em Cristo pereceram. 19Se é para esta vida que pusemos a nossa esperança em Cristo, nós somos - de todos os homens - os mais dignos de compaixão. 20Mas, na realidade, Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram.
Resumo das leituras
Neste dia, a primeira leitura (1Cor 15,12-20) afirma que, se Cristo não ressuscitou, a pregação e a fé são vãs, mas Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram; o Salmo (Sl 16) espera saciar-se, ao despertar, com a presença do Senhor; e o Evangelho (Lc 8,1-3) mostra Jesus anunciando o Reino pelas cidades com os Doze e com mulheres como Maria Madalena, Joana e Susana, que o ajudavam com seus bens.
Naquele tempo, 1Jesus andava por cidades e povoados, pregando e anunciando a Boa-Nova do Reino de Deus. Os doze iam com ele; 2e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios; 3Joana, mulher de Cuza, alto funcionário de Herodes; Susana, e várias outras mulheres que ajudavam a Jesus e aos discípulos com os bens que possuíam.